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Ghost of Yotei: devs explicam escolha de Atsu como protagonista

Devs prometem levar os fãs para "uma nova e emocionante aventura" com Ghost of Yotei

03.05.2025 às 10:00

Anunciado em 2024, Ghost of Yotei promete mais uma sequência épica para a franquia. Entretanto, desta vez a Sucker Punch escolheu uma protagonista feminina para a jornada de vingança em Ezo. 

Numa entrevista concedida à Variety, os co-diretores criativos do game, Jason Connell e Nate Fox, explicaram porque colocar um rosto feminino seria a melhor escolha para a sequência.

Devs de Ghost of Yotei explicam decisão de uma protagonista feminina

Questionados sobre as críticas de que o jogo seria ‘woke’, Connell afirmou que deseja levar os fãs do título anterior “para uma nova e emocionante aventura”, apostando em uma obra original, mas familiar. “Somos criativos. Gostamos de criar coisas novas. Gostamos de criar obras de arte novas e emocionantes e tocar as pessoas de novas maneiras.”

Ghost of Yotei

Imagem: PlayStation

Os devs explicam que Ghost of Yotei apresenta um cenário ‘perigoso’, o que faz com que uma personagem feminina seja perfeita para a história. “É alguém que as pessoas não esperariam que fosse tão poderosa, mas aqui está ela nesta jornada de vingança, o que provavelmente é bastante inesperado para algumas pessoas“, disse Connell. 

Além disso, a medida que a história avança, Atsu recebe o título de Onryō, que no folclore japonês significa um “fantasma imortal em busca de vingança.’’ Connell conclui que Önryõ, são tipicamente histórias de vingança contadas por mulheres”, e é por isso que Atsu se torna a escolha perfeita para a trama. 

Ghost of Yotei chega em 2 de outubro de 2025 para PS5.

Via: Insider Gaming

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David Lima
David Lima
13 dias atrás

Por um lado é compreensível o temor de alguns jogadores diante do que temos visto na indústria. Por outro precisamos ver como será a abordagem da história. Kill Bill para mim está entre as melhores jornadas de vingança que já vi. Então é necessário esperar e ver a abordagem, no momento não se pode condenar, mas também não dá para defender.